José Albelda

José Albelda (1963), nascido em Valência, é um distinto artista espanhol e professor universitário residente em Valência. Mergulhou no mundo da arte desde muito jovem e desenvolveu uma profunda ligação com a natureza, que influenciou fortemente a sua abordagem artística. A sua carreira como pintor é complementada pelo seu trabalho de investigação, centrado nas intersecções entre arte, ecologia e sustentabilidade. Tem sido um membro ativo de várias organizações ambientais, incluindo a Greenpeace Espanha, onde foi membro da direção, e continua a defender causas ecológicas através da sua arte e do ensino.

O percurso artístico de Albelda está enraizado na sua formação académica e na sua dedicação à exploração da relação entre a natureza e a arte. É doutorado em Belas Artes e lecciona na Universitat Politècnica de València, onde se concentra em temas como "Arte e Natureza" e "Arte, Natureza e Ecologia na Cultura Contemporânea". Albelda tem também liderado numerosos projectos e iniciativas de investigação relacionados com a transição ecológica e a sustentabilidade. O seu trabalho no domínio da arte e da ecologia tem merecido uma atenção significativa e tem sido fundamental na criação de programas educativos destinados a promover a consciência ambiental através das artes. Como pintor, expôs amplamente, tanto em Espanha como a nível internacional, com uma forte ênfase na utilização de elementos naturais e materiais preciosos, como a folha de ouro e prata, para explorar o valor do mundo natural.

O trabalho de Albelda tem sido apresentado em várias exposições e feiras de arte de prestígio. Colaborou extensivamente com a Galeria Ana Serratosa, onde realizou várias exposições individuais e participou em exposições colectivas. Algumas das suas exposições recentes incluem "Una imposible procesión zen" na Viavizzuno-Ana Serratosa Arte (Valência, 2021), "Dos orillas" no Fantastik Lab (Valência, 2021) e "Germinaciones del agua" na Ana Serratosa Arte (Valência, 2021). Os seus trabalhos também são apresentados em publicações académicas e culturais de destaque, como La construcción de la naturaleza (1997) e Humanidades ambientales (2018). As contribuições de Albelda para o campo da arte e da ecologia tornaram-no uma figura-chave no diálogo em curso sobre o papel da arte na sustentabilidade ambiental.